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Imagem de São Miguel Arcanjo do século XIX é devolvida para a Diocese de Januária 13 de Março de 2020 Arquidioceses e Dioceses
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Após mais de 20 anos, a Diocese de Januária (MG) recebeu de volta a imagem sacra de São Miguel Arcanjo. A devolução da peça em madeira policromada dourada de mais de um metro de altura, aconteceu nesta quinta-feira, 12 de março, na sede do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). A imagem que compõe o acervo de arte sacra da Diocese e será lotada na Paróquia Divino Espírito Santo, no município de São Romão.

A restituição do exemplar feito no século XIX, contou com as presenças do bispo da Diocese de Januária, Dom José Moreira da Silva, da coordenadora da promotoria estadual de defesa do patrimônio cultural e turístico do Ministério Público de Minas Gerais, Giselle Ribeiro de Oliveira, da presidente do Iepha-MG, Michele Arroyo, do secretário executivo da Cáritas Regional MG, Rodrigo Pires e Sílvio de Jesus, secretário executivo do episcopado de Januária.

“Receber essa imagem é um privilégio, pois ela faz parte da história de São Romão e do Norte de Minas é devolver a dignidade da história, da fé e da cultura em São Romão”, relatou emocionado Dom José Moreira.

Para a presidente do Iepha, Michele Arroyo, “a imagem de São Miguel Arcanjo está sendo devolvida para que ela volte a compor o acervo da Matriz de São Romão, e para que os fieis e visitantes tenham acesso ao patrimônio cultural de Minas Gerais”, comemora Arroyo. “Consideramos essa ação importante, porque tem a parceria do Ministério Público, dos órgãos de proteção, Iepha e Iphan, e também da polícia que faz o monitoramento das peças de arte sacra que foram retiradas de suas localidades”, ressalta a presidente.

Apreendida em 2003 pela Polícia Federal em São Paulo, a obra ficou sob a guarda do Iepha e esteve depositada no acervo do Museu Mineiro desde então.

Segundo a promotora Giselle Ribeiro de Oliveira, para o Ministério Público é muito satisfatório ver mais um bem cultural mineiro que havia sido subtraído retornar para o uso coletivo da comunidade de origem. “Esses vestígios materiais da história, da identidade local são muito significativos e não podem ficar presos com pessoas que indevidamente se apropriam deles”, enfatiza Giselle. “A devolução foi possível graças à campanha que o Ministério Público, junto com o Iepha, tem feito para a recuperação do patrimônio cultural. Buscamos esses bens desaparecidos e divulgamos as obras que são encontradas para que as pessoas identifiquem e, assim, possam retornar aos seus locais de origem”, conclui a promotora.

Por Diocese de Januária

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