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Ano de São José: Diocese de Sete Lagoas produz subsídio para rezar em família 25 de Março de 2021 Arquidioceses e Dioceses
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A Solenidade de São José, foi aberta pelo Ano da Família Amoris Laetitia: um ano especial para crescer no amor familiar. Aliado a isto, o Papa Francisco, na Carta apostólica “Patris corde – Com coração de Pai”, dedicou 2021 como “Ano de São José”, em celebração aos 150 anos da declaração do Santo como Padroeiro da Igreja Católica.

Em resposta a estas provocações, e em sintonia com a Igreja no Brasil e no mundo, a Comissão para Vida e Família da Diocese de Sete Lagoas (MG), tomou a iniciativa de produzir o subsídio “Celebrando a Vida” como sugestão de oração para nossas famílias diocesanas.

Rezemos juntos para que cada família possa sentir em sua própria casa a presença viva da Sagrada Família de Nazaré, para que ela possa preencher nossas pequenas comunidades domésticas com amor sincero e generoso, sendo sinal de alegria mesmo em provações e dificuldades.

Celebrando a Vida (roteiro final)

 

Dom Francisco celebra Solenidade de São José

Nesta manhã de 19 de março, na Catedral de Santo Antônio, sede episcopal da Diocese de Sete Lagoas, Dom Francisco Cota presidiu a solenidade com participação reduzida de fiéis.

Em sua homilia, o bispo diocesano de Sete Lagoas, citou a Carta Apostólica “Patris Corde” dizendo que o Papa Francisco é “o pontífice da via amorosa”. Que ele não é “um ditador no pontificado mas é um papa da proximidade”, repetindo o que Jesus fez. Ressalta que “Francisco está para nos ensinar o caminho pastoral nascendo da amorosidade, que vivencia o evangelho, no que diz respeito ao amor a Deus e ao amor ao próximo“.

Com o coração de pai, José amou Jesus

Dom Francisco seguiu dizendo que neste documento, “o Santo Padre quer partilhar algumas reflexões pessoais sobre essa figura extraordinária, tão próxima da condição humana de cada um de nós. E que ele deu esta carta à Igreja para dizer o quanto São José está presente na sua vida e no seu pontificado”.

Para ele há determinados santos que pedimos a intercessão para causas específicas. Porém, em São José, devemos recorrer por todas as causas, porque ele é o patrono Universal da Igreja.

Durante a leitura da sua Carta Apostólica, o Papa Francisco quer nos oferecer uma reflexão sobre São José como:

- Pai amoroso, pai de ternura: foi ele que acalentou Jesus no peito, o ensinou a andar. Deus demonstra o amor a seus filhos através da paternidade afetiva de São José à Jesus.

- Pai na obediência: falamos tanto do sim de Maria que esquecemos do SIM de José. Os quatro sonhos de Maria são atitudes de obediência plena à vos de Deus, mesmo sem verbalizar. José não é coadjuvante. Ele acolhe a missão e age. Em José não há espera, não há passividade.

- Pai trabalhador: Papa Francisco fala com a sensibilidade do drama do desemprego, tão presente nos dias atuais. Não podemos perder a sensibilidade da dor do outro pela incerteza no mundo do trabalho.

- Pai na coragem criativa: José sempre acha uma saída mesmo nas horas mais difíceis.

- Pai na sombra: Ele educa sem possuir o Filho. Um pai que cumpre bem a paternidade tem que se tornar inútil. Deve preparar seu filho para a vida, sem criar uma relação de dependência.

Dom Francisco finalizou sua homilia dizendo que “esta carta precisa ser lida com o coração, diante do Santíssimo. E que todos podem encontrar em São José – o homem que passa despercebido, o homem da presença cotidiana discreta e escondida – um intercessor, um amparo e um guia nos momentos de dificuldade”.

Comunicação da Diocese de Sete Lagoas

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