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Coordenadores das Pastorais, Movimentos e Organismos participam de videoconferência 18 de Abril de 2020 Pastorais
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Neste tempo de pandemia devido ao coronavírus, a forma mais eficaz e protetora de estar com pessoas fora do meio familiar é pela internet.

Pensando nisso, o Regional Leste 2 promoveu uma videoconferência para aproximar os coordenadores das Pastorais, Movimentos e Organismos. Com 14 participantes, a reunião virtual teve foco nos Desafios e Perspectivas Pastorais frente ao Covid-19.

 

 

O secretário executivo do Leste 2, Pe Roberto Marcelino, iniciou a videoconferência com uma oração e falou sobre a importância de cuidar da saúde mental e espiritual. “Temos que ter em mente que o financeiro será recuperado depois que esse período passar. Por hora, devemos buscar manter a mente e espírito saudáveis”, afirmou.

Por ordem alfabética os coordenadores compartilharam diversas informações e experiências:

Alda Maria Oliveira do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) compartilhou a situação das comunidades indígenas com as outras coordenações. “A divulgação de campanhas de arrecadação de cestas básicas e de kits de higiene está funcionando, pois percebo que os índios estão se sentindo mais seguros com o apoio”, contou. “Nossa maior preocupação é com a região amazônica, já que muitas comunidades são de difícil acesso e já tenho relato de quatro mortos entre os Ianomâmi/Yanomami”, completou.

A Irmã Cristina Bove da Pastoral do Povo de Rua apresentou a atual situação dramática das pessoas que não tem lar. “Estamos trabalhando com: a mobilização social entre os agentes para arrecadação, defesa do direito com orientações para a população de rua e a incidência política”, relatou. “São nove mil pessoas em situação de rua só em Belo Horizonte, muitas vezes esse dado não é divulgado. As parcerias com a PBH, Copasa, Fiat e outras também estão nos auxiliando bastante neste momento”, concluiu.

O secretário da Pastoral Universitária, Ismael Deyber Oliveira Silva, aproveitou o momento para falar sobre os estudantes estrangeiros. “Estamos nos adaptando às novas realidades, mas não podemos nos esquecer dos que não puderam regressar ao seu país de origem e podem estar com alguma dificuldade”, salientou.

Segundo Julimar de Souza da Pastoral da AIDS, o hospital referencia da AIDS de Belo Horizonte agora é um ponto de apoio para o coronavírus. “Estamos articulando com o Espírito Santo o apoio nas doações de materiais de higiene pessoal e medicamentos, que não estão sendo encontrados com facilidade”, comentou.

Para a presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), Leci Conceição do Nascimento, os leigos estão aprendendo a lidar com a nova forma de trabalhar e manter a fé. “Estamos organizando um Plano de Ação com orientações para as (Arqui)Dioceses sobre como continuar em frente durante a quarentena”, informou.

A coordenadora da Comissão Regional de Catequese, Lucimara Trevizan, contou sobre as dicas que foram elaboradas para manter as crianças e adolescentes envolvidos com a catequese. “Além das sugestões aos catequistas, também indicamos a meditação, auto cuidado espiritual e também o site lectionautas.com.br/ para Leitura Orante dos crismandos”, complementou.

Maria do Rosário Senra de Almeida Gomes da Pastoral da Criança informou obre o lançamento do AppVisita Domiciliar. “É um material de “E-capacitação” sobre coronavírus, com informações específicas e atualizadas para ajudar os líderes e famílias que atendem a enfrentar a pandemia”, explicou.

Pe Rodrigo de Carvalho Silva, coordenador do Serviço de Animação Vocacional (SAV), usou seu momento de fala para trazer uma reflexão pontual: a saúde mental dos padres. “Neste momento de recolhimento social devemos estar atentos aos presbíteros, que dedicam sua vida ao próximo e às vezes pode esquecer-se de cuidar de si mesmo”, analisou.

Já o secretario da Cáritas em Minas Gerais, Rodrigo Pires, contou sobre a sobre a ação solidária emergencial “É Tempo de Cuidar” lançada pela CNBB e Cáritas. “O objetivo é incentivar a ajuda material às pessoas, promover o cuidado no campo religioso, humano e emocional, unindo-se a outras campanhas de solidariedade”, ressaltou.

O casal coordenador da Pastoral Familiar, Sônia Gonçalves de Almeida Rabelo e Sílvio Gonçalves de Almeida (Binho), comentaram sobre a atuação nos grupos de WhatsApp para que os trabalhos pastorais não sejam afetados. “Seguimos acompanhando e auxiliando nas demandas dos agentes e (Arqui)Dioceses, pois com o cancelamento dos eventos a nossa programação para o primeiro semestre não será realizada”, contou Sônia.

Para finalizar foi a vez de Waldeci Campos de Souza, coordenador da CPT - Comissão Pastoral da Terra. Ele trouxe ao grupo sua preocupação com os trabalhadores que estão perdendo o emprego pelo fato do empresário visar apenas o lucro. “Com a situação a fome também chega ao campo e resta a essa população aguardar o auxilio emergencial do Governo, que ainda não foi liberado para todos”, concluiu.

A videoconferência trouxe conclusões positivas ao grupo, que decidiram criar um grupo no WhatsApp para tratar sobre o tema. Foi decidido também que uma nova reunião online deve ser realizada em alguns dias, visando manter o trabalho de divulgações das ações promovidas pelas Pastorais Sociais.

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