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Arquidiocese de Juiz de Fora divulga novas orientações para evitar contágio com coronavírus 16 de Março de 2020 Arquidioceses e Dioceses
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Mediante os perigos de agravamento da situação de contágio com o novo coronavírus (Covid-19), o Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora (MG), Dom Gil Antônio Moreira, divulgou, no último sábado (14), novas orientações ao Clero e aos fiéis. O pastor também reforçou as medidas já anunciadas anteriormente: supressão do abraço da paz, comunhão dada somente nas mãos dos fiéis (e não diretamente na boca) e a oração do Pai-Nosso de forma individual (sem dar as mãos). As determinações valem para todo o território arquidiocesano, composto por Juiz de Fora e outras 36 cidades.

 

Confira as orientações do Arcebispo:

1) Aproveitemos a espiritualidade da Quaresma para colaborarmos como autênticos irmãos no combate à pandemia que ameaça a vida de todos nós. Por amor a Deus e ao próximo, evitemos todos os tipos de contato que possam facilitar a contaminação, como aperto de mãos, abraços e beijos. Com formas mais simples de saudações, deixemo-nos reger pelo mandamento novo de Cristo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado” (Jo 13, 34).

2) Por espírito de penitência, oração e caridade, sigamos rigorosamente as orientações das legítimas autoridades da saúde pública e as orientações aqui expressas, sobretudo no que se referem às celebrações com maiores grupos de pessoas.

3) Na mística do 2º Sínodo Arquidiocesano que estamos celebrando em Juiz de Fora neste ano de 2020, reforcemos nossa disposição de caminharmos juntos, na unidade e comunhão de pensamentos, sentimentos e atitudes, evitando todo tipo de divisão e contradição, pois estas são obras do maligno, como nos ensina a nossa fé. Ouçamos mais uma vez o Senhor que diz: “Pai, que todos sejam um, como eu e Tu, somos um” (Jo 17, 21).

4) Os ministros da distribuição da Comunhão Eucarística, ordenados ou leigos, lavem bem as mãos antes das celebrações e levem consigo pequeno frasco com álcool para purificá-las antes de exercer sua sagrada função litúrgica.

5) Todos os fiéis sejam amorosamente orientados que a comunhão dada diretamente na boca é um perigoso meio de contágio, segundo as indicações médicas. Aqueles que preferem, por qualquer razão, recebê-la desta forma, por espírito de amor a Deus e ao próximo, sejam respeitosamente convidados a renunciarem a este direito, até que passe o período de propagação da doença. Depois, poderão voltar a esta legítima prática, quando receberem de nós nova orientação para este particular.

6) Os mutirões de confissão podem ser realizados, evitando grande aglomeração de pessoas num só momento, aumentando o tempo de atendimento individual durante todo o dia, sempre com o cuidado de manter certa distância entre o confessor e o penitente.

7) Aumentem-se, na medida do possível, os horários de missas, sobretudo as dominicais ou festivas, para que o número de pessoas seja menor em cada uma delas. Como exemplo, podemos tomar como base as medidas indicadas pelo Governo do Estado de São Paulo, que orientam não haver eventos com mais de quinhentas pessoas.

8) Quem estiver com sintomas de gripe ou resfriado deve ficar em casa e seguir a Missa pelos meios de comunicação, como televisão, internet ou rádio. Tire proveito positivo deste momento, para rezar com sua família o Terço de Nossa Senhora, contemplando os Mistérios da vida de Cristo, lendo a Palavra de Deus e trechos do Catecismo da Igreja Católica. Recordemos o que disse Jesus, “Quando dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles” (Mt 18, 20).

9) Em sintonia com o Papa Francisco, procuremos agir como autênticos cristãos, não isolando drasticamente as pessoas enfermas, mas acompanhando-as por telefone ou outras mensagens, semeando paz e esperança. O Papa pede também que as Igrejas estejam abertas para visitação e oração das pessoas.

10) Evitar qualquer atitude que alimente o pânico, dramatizações e comportamentos obsessivos, pois isso também é nocivo. Saiba que tudo passará e voltará à normalidade. Deus é fiel, n’Ele coloquemos toda nossa confiança e nosso amor.

Por Comunicação da Arquidiocese de Juiz de Fora

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