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11º Domingo do Tempo Comum 15 de Junho de 2020 Dom Eurico dos Santos Veloso Artigo dos Bispos “A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” (Mt 9, 37-38)
Dom Eurico dos Santos Veloso
Dom Eurico dos Santos Veloso Arcebispo Emérito de Juiz de Fora - MG
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Neste domingo, as leituras leva-nos ao discurso da missão e da instituição de “povos de sacerdotes”, que Deus nos fez e nos faz a todo momento como Igreja Peregrina, prepara-nos para o alcance da Igreja Triunfante.

Na primeira leitura, extraída do livro do Êxodo 19, 2 – 6a, após a saída dos filhos de Israel do Egito, Deus os leva ao deserto de Sinai e convoca a Moisés a subir ao Seu encontro, onde Deus reafirmar a Aliança se eles guardares e ouvirdes a voz, pois como demonstrado “Vistes o que fiz aos egípcios, e como vos levei sobre asas de águia e vos trouxe a mim” (Ex 19,4). Tudo isto, Deus fez com a proposta de entrar em intimidade, estabelecendo laços de comunhão e de familiaridade. E para este mesmo povo, é confiado a missão sacerdotal, reservados ao serviço de Deus.

O Salmo 99 traz a resposta deste povo “Nós somos o povo e o rebanho do Senhor”. Ora, a confiança se dá na maneira de aceitar a missão e o júbilo que nós, também, coerdeiros deste povo eleito em seguir a voz do Senhor, afinal “sua bondade perdura para sempre, seu amor é fiel eternamente!”

O Evangelho traz o discurso da missão (Mt 9, 36 – 10, 8), em que Cristo compadece das multidões e chama os doze discípulos para curar os doentes, ressuscitar os mortos, purificar os leprosos e expulsar os demônios; missão da anunciação de que “O Reino dos Céus está próximo” (Mt 10, 7b). Esses “doze” serão os continuadores da missão de Jesus e deverão levar a proposta de salvação e de libertação que Deus fez aos homens em Jesus, a toda a terra.    

E a segunda leitura, Romanos 5, 6-11, nos recorda que fomos justificados pela morte de Cristo, pois antes éramos fracos e, após a Paixão do Senhor, fomos reconciliados e salvos pela vida entregue por nós. Ora, nossa missão é dar testemunho deste Amor gratuito de Deus, através do Sangue derramado e glorificado de Jesus Cristo. Amor este que é eterno, inquebrável, gratuito e absolutamente único.

Certo disto, confiantes no alcance no Amor, continuamos a nossa missão de levar a todos a Obra do Senhor. E permanecemos fiéis, em oração, de sempre pedir a Deus, as próprias palavras do Jesus: “A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” (Mt 9, 37-38).

Saudações em Cristo!   

 

 

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