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Memorial Minas de Esperança: oração do Papa Francisco e homenagem às vítimas de Brumadinho Por Arquidiocese de Belo Horizonte 26/02/2019 - Atualizado em 26/02/2019 13h38

Memorial Minas de Esperança: oração do Papa Francisco e homenagem às vítimas de Brumadinho
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O Papa Francisco recebeu do cardeal dom Sérgio da Rocha, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o colete utilizado por voluntários da Arquidiocese de Belo Horizonte que se dedicam às vítimas de Brumadinho. “Que este testemunho de atenção do próprio Papa em relação a Brumadinho motive toda a Igreja no Brasil a ter a mesma solidariedade, a querer sempre mais estar unida aos irmãos e irmãs que ali estão”, disse dom Sérgio da Rocha, que esteve em Brumadinho e celebrou Missa na Igreja São Sebastião, Matriz da Cidade, no início do mês, ocasião em que recebeu o colete e se comprometeu a leva-lo ao Papa Francisco.

Na noite do último dia 25, o Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello, celebrou Missa com a comunidade de Brumadinho, em dia de homenagens, quando se completou um mês da tragédia. Uma barragem de rejeitos de mineração da Vale se rompeu no dia 25 de janeiro, às 12h28, provocando morte e destruição. 

Memorial Minas de Esperança 

Pouco antes da celebração presidida pelo Núncio Apostólico e concelebrada por mais de dez bispos que integram o Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, abençoou a pedra fundamental do Memorial Minas de Esperança, que será edificado em homenagem às vítimas da tragédia. O Memorial, com cinco sinos e 20 metros de altura, terá em sua base os nomes de todas as pessoas que perderam a vida com o rompimento da barragem. Ficará no local até então conhecido como Centro de Treinamento de Líderes Dom José Dalvit, em Brumadinho, elevado a Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora do Rosário neste dia 25, a partir de decreto de dom Walmor.

O Memorial Minas de Esperança será o campanário do Santuário. Uma escultura que remete a “três mãos que sustentam a cruz, a cruz é símbolo da Arquidiocese de Belo Horizonte, e no braço dessas mãos, que sustentam os sinos, colocaremos a placa com os nomes de todas as vítimas dessa tragédia. Recordando os que já partiram, possamos trabalhar para valorizar a vida”, destacou dom Walmor.

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