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Terceiro dia da 56ª Assembleia Geral da CNBB Por Assessoria de imprensa da CNBB Nacional 13/04/2018 - Atualizado em 13/04/2018 10h21

Terceiro dia da 56ª Assembleia Geral da CNBB
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Os bispos do Brasil reunidos no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida chegam nesta sexta-feira, 13 de abril, ao terceiro dia da 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A programação prevê na primeira sessão, das 9h15 às 10h45, a realização de uma reunião reservada na qual será abordada ainda a pesquisa sobre o perfil dos presbíteros brasileiros.

A segunda sessão, no auditório do Centro de Convenções Pe. Vitor Coelho de Almeida, das 11h15 ao 12h45, vai abordar três temas: a palavra dos bispos eméritos, assuntos ligados à liturgia e o projeto Igrejas Irmãs. A terceira sessão, das 15h40 às 17h, será dedicado a apresentação do texto com o resultado do trabalho da Comissão de Reforma do Estatuto da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), instituída em 2015, a pedido da própria Assembleia Geral dos Bispos.

O Estatuto Canônico e Regimento da CNBB foi aprovado em 2001 e publicado como Documento nº 70, tendo já completado 17 anos de funcionamento. “A vida é dinâmica e por isso se faz de vem em quando alguns ajustes e atualizações nos estatutos da Conferência”, avaliou dom Damasceno.

Segundo cardeal Raymundo Damasceno, arcebispo emérito de Aparecida (SP) e que preside o trabalho de revisão do estatuto, a Comissão enviou uma correspondência aos bispos brasileiros pedindo suas contribuições. “Recebemos sugestões muito importantes e positivas. Fizemos uma análise destas e estamos aproveitando-as para atualizar o documento. Também as que, pelos anos de experiências na CNBB e nas comissões, julgamos oportunas inserir’, disse.

A comissão ainda se reuniu no dia 10 de abril, em Aparecida (SP) para os ajustes finais no texto. “Vamos apresentar o histórico do caminho que percorremos e um texto básico para estudo como ponto de partida”, disse. Após esse processo, o texto vai à aprovação dos bispos que poderão propor sugestões e emendas. Aprovado pela AG, o texto segue para a Congregação dos Bispos no Vaticano para aprovação final. A quarta, e última sessão do dia 13, será dedicada a uma reservada com os 18 regionais da CNBB.

Coletiva de Imprensa
A coletiva de imprensa de hoje, abordará a realidade dos bispos eméritos, a reforma dos estatutos da CNBB e o projeto Igrejas Irmãs.

Os bispos que se aposentam, isto é, os eméritos serão ouvidos pela 56ª Assembleia Geral neste terceiro dia de trabalho. Eles estiveram presentes na missa da manhã, às 7h30, no Santuário Nacional, e depois terão também uma palavra aos bispos reunidos em Aparecida (SP). Formalmente, eles não são mais membros da Conferência, mas fraternalmente são convidados, reconhecidos e ouvidos pelos membros da CNBB.

Hoje são mais de 160 bispos que ultrapassaram a idade 75 anos e entraram para emeritude na Igreja no Brasil. Eles continuam vivendo nas dioceses onde serviram, em sua maioria, mas também escolhem lugares diferentes para viver esse tempo eminentemente de descanso, sem contudo deixar de exercer o ministério sacerdotal.

Outra realidade que será apresentada na Coletiva é o projeto “Igrejas Irmãs”, projeto que desde a década de 1970, realiza acordos fraternos entre dioceses em torno de colaborações, sobretudo missionárias, no qual dioceses que têm mais estrutura oferecem à dioceses mais necessitadas.

O Cardeal Damasceno, ex-secretário-geral e ex-presidente da CNBB, coordena os trabalhos de estudos e de atualizações dos Estatutos da entidade. Ele vai falar sobre as principais linhas do que está sendo feito e no que isso pode mudar as características já conhecidas da Conferência Episcopal.

Participam da coletiva de imprensa o Cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo emérito de Aparecida (SP); dom Luiz Soares Vieira, arcebispo emérito de Manaus (AM); e dom Odelir José Magri, bispo de Chapecó (SC).

Diretrizes para a Formação Presbiteral
O documento que está sendo aprofundado, aperfeiçoado e que seguirá para a Congregação do Clero do Vaticano como fruto do trabalho dos bispos na 56ª Assembleia, em Aparecida (SP), expressa a razão, o fundamento e o princípio que animam a formação dos presbíteros e estabelece normas a serem seguidas pela Igreja no Brasil.

Segundo a equipe que preparou o texto de trabalho, o objetivo da renovação das Diretrizes para a formação dos presbíteros da Igreja no Brasil é imprimir unidade, coerência e gradualidade no processo de formação – tanto inicial como continuada – levando em conta a diversidade cultural, para que o serviço prestado pelos padres seja realizado e vivido pelo que chamam de “presbíteros-discípulos”, “presbíteros-missionários”, “presbíteros-servidores da vida, cheios da misericórdia”.

No trabalho que os bispos realizaram nos dois primeiros dias de trabalho da 56ª Assembleia Geral da CNBB, notou-se que os padres são atingidos pelos desafios da cultura atual porque nela eles estão inseridos. Vive-se uma mudança de época que afeta modelos estabelecidos e valores culturais e morais. Essa transformação, segundo os bispos que se dedicaram ao trabalho de preparação para o texto de trabalho que está sendo usado esses dias, clama por padres que sejam pessoas integradas, capazes de ler e interpretar os “sinais dos tempos”, no horizonte da fé que professam junto com as comunidades em todo o Brasil.

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