Artigos dos Bispos

O Terço rezado pelos Bispos na Assembleia da CNBB "Terço de Nossa Senhora foi, pela primeira vez, recitado em comunidade na Assembleia da CNBB"

Dom Gil Antônio Moreira

Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora - MG

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07/05/2019 - Atualizado em 07/05/2019 09h03

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No dia 4 de maio passado, primeiro sábado do Mês de Maria, o Terço de Nossa Senhora foi, pela primeira vez, recitado em comunidade na Assembleia da CNBB. Daí para frente, será rezado todos os dias, às 7h, no Santuário de Aparecida, em preparação para a Missa diária celebrada às 7h30, durante os dez dias das assembleias anuais da CNBB.

A decisão da Presidência atende ao nosso pedido, feito no ano passado e repetido este ano, a partir da experiência do Terço dos Homens, do qual somos o Bispo Referencial no Brasil. Associado ao nosso pedido, veio a feliz iniciativa de um grupo de Bispos, entre os quais Dom Mário Spak, de Paranavaí, que solicitou que fosse o Terço oferecido pelas Vocações.

A récita do Terço vem crescendo em toda a Igreja, sobretudo depois da Exortação Apostólica do Papa São João Paulo II, Rosarium Virginis Mariae, publicado em outubro de 2002, um texto importante para se compreender o sentido cristológico desta oração milenar na Igreja. Bento XVI incentivou a mencionada prática oracional e Francisco tem dado testemunhos pessoais, inclusive nas redes sociais, sobre sua especial predileção pelo Terço e de sua prática diária.

De tudo o que se tem falado sobre esta oração, podemos deduzir que rezar o Terço é contemplar o rosto de Cristo com os olhos de Maria, a primeira e mais fiel discípula do Senhor, seu divino Filho.

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